Não-Violência – Lição de Paz nas Escolas Lição de paz nas escolas

Instituições de Ensino

Colégio Estadual Lúcia Bastos

"A prática tem demonstrado que o magistério deve ser concebido como uma atividade coletiva e mais que apenas concebido, pode ser concretamente vivenciado coletivamente. Desta forma o magistério transcende a profissão e contempla a esfera da educação, a escolar, a popular, a empírica, àquela que localizamos na origem da palavra, do latim "educare", extrair de dentro de si. É este esforço que o Projeto Não-Violência vem possibilitar/provocar, "extrair de dentro" de nós, num momento coletivo, nossas experiências e visões acerca da educação, de nossos educandos e de nossa prática docente.

No início do trabalho percebía-nos como andarilhos de um caminho repleto de angústias, alguns ganhos e muitas perdas, alegrias e frustrações, sensações e sentimentos trancados, silenciados. No decorrer dos encontros compreendo-nos como caminhantes de uma longa estrada, que não começa nem termina, mas continua diariamente em cada um e todos nós."
(Lucilene Soares, Professora, 14.05.2009)

"Estamos participando do projeto desde o ano passado (2008), gostamos muito da abordagem e do encaminhamento feitos pelo Alan, pois ele tem conseguido melhorar nosso ponto de vista a respeito da violência. Tem nos feito bem à alma, uma vez que a violência registrada no dia-a-dia é muito desgastante. Sabemos que resultados são conseguidos a longo prazo , no entanto, conseguindo rever conceitos, mudando nossas posturas já estamos caminhando para a mudança."
(Sissi Pereira, Professora, 14.05.2009)

"Esse trabalho é fundamental pra quem está na educação. Orienta, esclarece, faz parar, refletir, pensar a prática diária. As reflexões teóricas, origens, causas e efeitos de alguns temas nos mostrou caminhos pra tentar solucionar ou amenizar situações vivenciadas pelos educadores e educandos."
(Jucelia dos Santos, 13.11.08)

"O que aprendi contribuiu para que eu mudasse meu olhar e atitudes com as crianças e adolescentes no cotidiano da escola. Sendo mais tolerante e paciente em ouvi-los para então resolver os conflitos. Permitiu também um olhar pra mim mesma, minhas atitudes e comportamentos. Foi ótimo!"
(Angelita de Jesus, 13.11.08)

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